sábado, 27 de setembro de 2014

Incógnita


Perspicaz ilusão
Ataque febril a mente
Pune sem anexo e fixa
Blitz ao cálice
Hostil deslize…
Anátema!
Inerme à exegese
Ósculo em vitrine
Anátema fatal
Crava como vício
Impresso ao coração que chora
Chamejante, espumante
Insana paixão, alucinante
Impetuoso desejo
Anátema…
Amavios?
Mordaça?
Seduz-me o vigor da volúpia
Cisma o sabor nos meus lábios…
Incógnita seiva clama sem mácula
Isento a ilusão amarga
Único ágape
Resgata em anelo sincero
A esperança…
Inserir sempre o amor
Sem anátema
Ma Socorro

Nenhum comentário:

Postar um comentário